sábado, 18 de janeiro de 2014

A polêmica do queijo curado.

Um descontente acontecimento no mercado municipal foi a proibição da comercialização do tão tradicional, queijo curado. 

Após uma inspeção da vigilância sanitária, a venda do queijo curado, foi proibida por não cumprir normas do órgão. 

Esse queijo artesanal, que era curado ao ar livre, teve uma queda em suas vendas. Além de crítica de antigos clientes fiéis ao produto. De acordo com reportagens do G1, em alguns boxes, foram constatada queda de 50% do queijo artesanal. Uma grande dificuldade dos vendedores é transmitir o conhecimento de que o queijo, agora respeitando normas da vigilância sanitária, é tão saboroso quanto o antes vendido.

Autoria: Alexandre Martins

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Reforma no mercado.

Depois de longos seis meses, finalmente está pronto!

O Mercado passou por uma reforma que modificou seu telhado e estrutura elétrica, remodelou seus boxes, ganhou nova pintura, além de várias outras modificações. O espaço agora ficou bem mais agradável, seguro e visível. 

Todo o projeto e reforma foram avaliados e acompanhados pelo Comphac (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Arqueológico e Cultural) de Uberlândia. O valor investido no local chega a R$ 290 mil.

Clientes e comerciantes, apesar do desgaste provocado pela reforma, aprovaram a mesma e estão muito satisfeitos agora.


(Trabalhadores reformando o telhado do Mercado)

(Novo visual externo do Mercado)



Autoria: Carlos Batista

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

"O que que o mercado tem?"

O mercado municipal de Uberlândia oferece diversas opções para quem quer se alimentar bem. O local possui casa do palmito, lanchonete, pastelaria, restaurante árabe e japonês. Alem de tudo isso, o mercado é conhecido pelos seus produtos caseiros, típicos de minas gerais, como queijos e doces. O mercado também conta com bares para animar o ambiente com musica ao vivo e happy hours semanais.

Autoria: Luana Daud

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Fatores negativos das mudanças no mercado segundo comerciante local.

As recentes mudanças no Mercado Municipal de Uberlândia não têm agradado a todos os comerciantes do local. A forte regulação do governo e a perda de variedade em produtos foram alguns dos pontos negativos destacados em entrevista com uma comerciante que preferiu não ser identificada.

De acordo com a entrevistada, a Vigilância Sanitária do Estado de Minas Gerais tem imposto várias barreiras aos produtos comercializados no Mercado. Um dos exemplos é o queijo, que atualmente tem que ser vendido embalado, não pode ser curado, e na sua produção tem que se utilizados alguns produtos químicos exigidos pela Vigilância.

A entrevistada, que está sendo autuada pelo Ministério Público, reclama da falta de informação e de avisos prévios por parte do governo. Segundo ela, a Vigilância e a promotoria do estado autuaram e recolheram seus produtos sem nenhum tipo de aviso prévio, ela reclama também da utilização de policiais na ação da retirada dos produtos.

Para a entrevistada, o Mercado perdeu muita variedade de produtos com a regulação da Vigilância, pois atualmente o Mercado não dispõe de nenhum açougue e teve reduzido o número de restaurantes que ofereciam comidas típicas. Para ela, hoje o mercado se resume em vender doces, queijos e artesanato, e isso faz com que o público do Mercado seja mais de turistas do que de moradores da cidade.

Contudo, a entrevistada afirma que o relacionamento entre os comerciantes do local é bastante agradável e que o seu comércio no Mercado tem um grande significado em sua vida, pois além de ser um comércio passado de geração pra geração em sua família, é dele que obtém os recursos financeiros para sustentar sua família. 

Autoria: Rafael Fares

Arquitetura do local.

O mercado cresceu à medida que a cidade de Uberlândia crescia. Em vista disso, foi no governo de Tubal Vilela (1951-1955) que foi construído um prédio anexo ao mercado voltado para a avenida Getúlio Vargas. Este prédio serviria para abrigar um restaurante popular e uma estufa para o amadurecimento de verduras.

Tal prédio era composto por um pavimento térreo encimado por um terraço aberto que dava acesso à três salas cobertas com laje, situadas na extremidade esquerda da fachada voltada para a Avenida Getúlio Vargas. O acesso ao segundo pavimento se dava pela rampa lateral ao prédio.

Só que o projeto de extensão não foi concluído, e o pavimento térreo foi transformado em um local para abrigar algumas novas lojas, enquanto o superior foi cedido à UESU.


Autoria: Carlos Batista

Curiosidade histórica.

O mercado municipal funcionou por mais de seis décadas como comércio hortifrutigranjeiro.

Autoria: Carlos Batista

Curiosidade histórica.

O mercado municipal, inicialmente, foi projetado para abrigar os vendedores ambulantes que haviam na cidade de Uberlândia.

Autoria: Carlos Batista